Testemunhos

“A Colher foi para mim um Despertar de consciência, um reencontro comigo mesma, foi um colher de experiências magníficas.  
 Foi a percepção de que existem qualidades em mim que eu insistia em não valorizar. Consegui aproximar-me da minha verdadeira essência.
 Conheci pessoas maravilhosas, chamo-lhes até “almas gémeas” pois vi e continuo a ver tanto de mim nelas, encontrei amigas para a vida que primam pela sua sinceridade e simplicidade. Ganhei mais uma expressão : “Somos todos partes uns dos outros.” Grata” 

 Sílvia Fortuna


“ Sinto-me grata e privilegiada por ter participado na COLHER I, foram momentos de coração cheio de amor, partilhas gratificantes onde cada um toca no lugar que é seu em cada um de nós. Houve momentos de desaconchego, perturbantes no trilho da descoberta de pedaços de mim, momentos e fases que foram integrantes para dar continuação ao que me tinha proposto no início do ano. Saí mais rica, melhor pessoa para mim e aqueles que me rodeiam. A COLHER nutre-nos a ALMA.

Clai, gosto tanto de estar perto de ti! Trabalho grandioso,pode não se refletir na hora, e não se reflete de todo, mas acredito que este grupo criou laços que não serão esquecidos!”

Manuela Sabino


“A Colher foi o cultivo de um jardim cuidado.

Não lhe encontro melhor analogia. Vejo a minha vida como a criação de um jardim. Caótico, revolto, desregrado. Fui maioritariamente uma jardineira maravilhada com a criação e pouco consciente do papel que tinha nela. Na verdade, via-me mais como bombeira voluntária. Lá apagava fogos quando a emergência o exigia.
Um dia descobri-lhe as ferramentas. Algumas. As que permitiam podar uns ramos aqui ou aparar umas silvas acolá. O suficiente para ir desbravando caminhos. Para inspecionar para além da raia que aflorava.
Foi neste momento que me chegou a Colher. E aqui se desbravou terreno, se lançaram sementes, se criaram círculos de cores e ordem de consciência.
O jardim cresce. Mais ordenado. Mais presente. Autossuficiente.
Conforme as sementes vão firmando as suas raízes vou tomando consciência de que a autossuficiência só existe na ligação com o Todo.
Há dias que ainda que ainda são de tempestade.
Mas, também… não haveria vida se a água não agitasse a terra de vez em quando.”
Vera Aleixo

“A “Colher”, para mim, foi e é uma experiência brutal do que é a vida para além das minhas rotinas diárias.Aprendi a (re) conhecer-me como SER. Trabalhar todas as minhas dores, todos os meus medos, todas as minhas resistências, mas acima de tudo, trabalhar os meus sonhos. Descobrir que sou mais forte do que imaginava, que sou capaz de vencer todos os obstáculos que a vida me coloca no meu caminho, com e em consciência de que dou o melhor de mim em tudo, sem julgamentos. E se errar? Qual é o mal? Sou humana, cometo erros, mas sei que cada erro é uma aprendizagem para a vida.- Foi fácil chegar a esta tomada de consciência? Não!
– Doeu? Muito e ainda dói, estou no meu caminho… estamos todos, cada um no seu propósito!Somos partes dum todo, somos reflexos uns dos outros, caminhamos lado a lado (não existe à frente ou atrás), existe lado a lado (repito).Do grupo “Colher”, para além das aprendizagens, nasceu uma família linda, amig@s para a vida, convívios fantásticos, ceias (grandes hambúrgueres), horas de conversa que pareciam segundos, partilhas e histórias das nossas vidas que nasceram e morreram ali. Pois, o que fazemos na “Colher” fica na “Colher”.”
Desfrutem e sejam felizes.
Cláudia Cabeçadas

“Foi uma experiência nova, reflexiva, agitadora da minha consciência, e certamente ajudou-me a interiorizar o “eu que há em mim”!”
Marco Loureiro